Ads 468x60px

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Final de semestre, tempo de avaliar o que foi bacana e o que precisa ser melhorado

 Leninha Ruiz - Quando chega o mês de junho, todo coordenador pedagógico precisa dedicar um tempo para fazer a avaliação da equipe docente.  É claro que na escola estamos o tempo todo fazendo avaliações, reflexões e escolhas, mas o corre-corre do dia a dia faz com que resolvamos problemas mais pontuais. Nem sempre dá tempo de parar para analisar o todo da forma como gostaríamos, não é? Por isso, me organizo para dedicar muitas horas dos dias de junho para isso! E elas são realmente necessárias!
O final do 1º semestre é o momento em que vamos interromper o ano letivo e retomá-lo dali a algumas semanas. É o meio de uma etapa, que será continuada no e com o mesmo grupo – hora de avaliar o que foi bacana e o que precisa ser melhorado, afinal, teremos ainda mais 4 meses inteiros para ajustar o que achamos que não foi muito bom.
Como organizo esse processo
Na minha escola, utilizo um instrumento que foi elaborado juntamente com o grupo de professores há alguns anos. Trata-se de uma ficha de avaliação, revisada sempre que considerarmos necessário (vocês podem acessar o modelo aqui).
Faço assim: em um horário de trabalho coletivo, cada professor preenche o impresso fazendo uma autoavaliação e me entrega. Os pontos avaliados por eles são: planejamento, gestão de classe, aprendizagem das crianças e relações sociais ou profissionais.
Leio cada uma das fichas deles e escrevo um relatório, que nada mais é do que uma devolutiva para cada professor. Nesse documento, registro primeiramente todos os aspectos positivos de sua atuação. Depois, listo alguns itens que podem ser melhorados, especificando bem porque e como eles podem melhorar. Quanto mais detalhado ele for, melhor. Percebo que os professores aceitam criticas mais facilmente se elas estiverem bem embasadas.
Quando termino a minha avaliação, agendo uma reunião (que dura cerca de 45 minutos) com cada professor para dar a ele o retorno.  A diretora de escola colabora em todo o processo. Inclusive, sentamos juntas para dar o feedback aos professores. Porém, é minha atribuição acompanhar a aprendizagem dos alunos, registrar os processos durante o semestre e elaborar o relatório final.
Qual é o resultado de tudo isso? Os professores consideram as sugestões de melhorias e, principalmente, ficam muito satisfeitos com o reconhecimento de seus trabalhos. Por isso, eu procuro sempre valorizar as qualidades das pessoas que fazem parte da minha equipe. Mesmo sendo uma avaliação que não impacta nos salários deles, ela é muito válida! Depois desse trabalhão, arquivo uma cópia junto com as autoavaliações feitas por eles e entrego uma cópia para o professor.
Vocês já começaram esse processo nas escolas de vocês? O que acharam da minha forma de organizá-lo? Não se esqueçam desse momento tão importante!
Beijos, Leninha
Originalmente publicado em: Coordenação em Ação

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Festa de São João 2012 - Turno da Manhã

Clique nas imagens para ampliar
A partir da esquerda:
Profª Angélica, Profª Adjane (Gestora), Profª Andréia e Proª Cláudia

Professoras Pennha (esquerda) e Grace (direita) prestigiando
a barraquinha de comidas típicas do 1 Ano B

Professoras Pennha (esquerda) e Grace (direita) prestigiando
a barraquinha de adivinhaçãoes


Lourdes (Educadora de apoio) e Prof Grace

Tropa de Choque: Galego, Prof. Daniel, Prof. Edivan e Prof. Walter

Professora Janeide ao microfone. 

Profª Cláudia e a quadrilha do 6º Ano B

O casamento Matuto - Alunos do 9 Ano

Olha aí um exemplo de inclusão: alunos com deficiência 
auditiva participando do casamento matuto.

Casamento Matuto

Quadrilha Matuta

O forrozão comendo solto e a gestora Adjane no meio!

Professoras Angélica, Andréia e Cláudia

Confira no vídeo, abaixo, um dos pontos altos da festa: a apresentação das meninas do 7º Ano B. Sob o comando da professora Andréia Lima, as meninas apresentaram uma sutil mistura entre a cultura popular nordestina e o balet clássico. O grande destaque foi o solo feito pela aluna Yasmim que brilhou na apresentação. Parabéns as meninas e a professora Andréia!

terça-feira, 19 de junho de 2012

Trabalhar e estudar não é para todo mundo

Hoje, no meio de uma aula sobre fusos horários – os alunos detestam – fui interpelado por uma aluna que divagou e afirmou que estudava mesmo sem gostar. Entrei na onda e lá fui eu falar sobre as dificuldades da vida. Algumas utopias são propagadas em salas de aulas como se verdades fossem. Dizer que qualquer pessoa pode trabalhar e estudar ao mesmo tempo é uma delas. Isso não é para todo mundo. Esse dueto é apenas um dos peneirões que a vida e a escola pública impõem aos alunos. Só os fortes e determinados conseguem superar.

Muitos dos que frequentam a escola entram na sala com um asco aparente. Outro dia, assim que comecei a desenhar no quadro uma malha de paralelos e meridianos para explicar coordenadas geográficas, fui interrompido várias vezes com frases do tipo: “Isso de novo, professor?” “Quando esse assunto termina?” “Geografia com números, nunca vi”. Era, apenas, a segunda aula sobre o assunto e para dar continuidade a explicação, eu teria que retomar de onde parei. Os alunos me irritaram de uma forma que dei a aula por encerrada. Como é possível lecionar desse jeito?

Esse tipo de situação é muito comum nas escolas públicas. Trabalhar e frequentar a escola é um sacrifício inominável, sei, mas essa realidade torna-se muito mais difícil quando os alunos criam esse tipo de situação. A grande verdade é que pouquíssimos enxergam a escola como algo importante, apenas almejam uma “Ficha 19” que na disputadíssima realidade atual, não representa mais nada. Ficha 19 serve, no máximo, para manter-se naquele subemprego que deveria fazer parte, apenas, do início da vida do jovem. Hoje em dia, muitos aceitam essa realidade como algo imutável.

Trabalhar e estudar não é para todos, só para os determinados, repito. Não estou levantando a utópica bandeira do “vocês têm que ter amor pelo estudo”. Muitos vencem sem gostar de estudar. Estudam porque sabem que esse é o único caminho para quem nasceu pobre. Mais: alguns – eu, por exemplo – não gostavam do ensino médio e se encontraram na faculdade. A vida é feita de estágios, você não é obrigado a gostar de todos. Cumpra os que não gosta, porque são pré-requisitos, e realize-se mais a frente. Quem vive de cara feia na sala, achando que está fazendo demais por si, na verdade, está se enterrando na falta de iniciativa. Obrigue-se a fazer, temporariamente, o que não gosta, para se realizar no futuro, esse é um caminho.

Por: Ed Cavalcante


Sobre o autor:
Ed Cavalcante é formado em Geografia Pela UFPE, com pós-graduação em Geografia Urbana e Mídias em Educação. Leciona na Rede Estadual de Pernambuco e administra vários blogs.

domingo, 20 de maio de 2012

Jogando Com Os Espíritos











2º video que fez parte do projeto "Cinema na escola" de 2010. Ele conta a história do bairro da Mustardinha e Afogados durante o período de fundação dos bairros, ainda no século XIX.


Professor Anderson

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Encontro com os Indios da tribo Fulni-ô

Alunos da Escola Nossa Senhora de Fátima
prestigiaram a apresentação dos índios Fulni-ô


Professora Cláudia e alunos do 6º ano




Professora Janeide


Professora Cláudia estilosa na pose. Guilherme
Delmondes, do 6º ano, entrou na onda.



Professora Lilian, conferindo
as fotos. Quase que não aparece.


Concentração dos índios



Escola Nossa Senhora de Fátima


Dança típica








Artesanato produzido pelos índios


Artesanato produzido pelos índios